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Filé de Tilápia ao Molho de Alcaparras e Purê de Banana da Terra

 

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Pois é pessoal, quase cinco meses se passaram sem novidades por aqui…. 

Acho mesmo uma pena essa ausência, e peço desculpas, mas a vida é mesmo corrida, e as vezes, infelizmente, as prioridades mudam. Porem, eu sempre volto.

Não vou nem entrar em detalhes, mas uma pós-graduação e algumas viagens se juntaram, e deu no que deu.

Enfim, volto com uma receita muito fácil de fazer. Um clássico e que faz vista. Um filé de tilápia deixada numa marinada de capim-santo, raspas de limão, pimenta-do-reino e tomilho, com um molho de alcaparras com manteiga e um purê de bananas da terra, que pode ser substituída por qualquer banana.

Vamos lá!

Filé de Tilápia ao Molho de Alcaparras (2 pessoas)

4 filés grandes de Tilápia, creio que deu uns 500g

4 colheres de sopa de alcaparras

3 colheres de sopa de manteiga

2 talos de capim-santo

4 galhos de tomilho

Raspas de 1 limão

Sal a gosto

Pimenta do reino a gosto

Reitre as alcaparras da salmoura, lave-as e e deixe-as de molho em água filtrada por uma hora para retirar o excesso de sal. Não deixe muito mais do que este tempo porque elas podem perder o sabor.

Tempere os filés com o capim-santo, o tomilho, as raspas de limão, o sal e a pimenta e deixe de molho por 1 hora. Grelhe-os com um tiquinho de azeite.

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O molho de alcaparras é só derreter a manteiga com um fio de azeite em uma frigideira e acrescentar as alcaparras até aquecê-las. Espalhe o molho por cima dos filés grelhados.

Purê de bananas da terra (2 pessoas)

2 bananas da terra (podem ser substituídas por prata ou nanica, mas não fica igual)

1/2 copo de leite

1 fio de mel

1 colher de chá rasa de canela

1 pitada de sal

1 colher de sopa generosa de manteiga

Cozinhe as bananas até ficarem macias. Passe no processador de alimentos ou no mixer até virar um purê. Pode ser feita no liquidificador? Sim, mas tem que ser na tecla pulsar, e com muita paciência, pois é conteúdo grosso.

Leve este purê a uma panela e acrescente o leite e a manteiga, o fio de mel, a canela e uma pitada de sal, até soltar ligeiramente da panela. Sirva imediatamente.

Observe se precisa acertar as quantidades, pois o tipo e o tamanho das bananas interferem no sabor, ok?

Servi com uns shiitakes refogados na manteiga, temperados com sal e pimenta-do-reino. Um espumante gelado também nos acompanhou. Como pode ser visto abaixo…

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Espero que gostem!!!!

Bj grande.

Téia.

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Publicado por em 04/08/2013 em peixe, prato principal

 

Cassoulet de Frutos do Mar ao Curry

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Vocês sabem que casssoulet é uma espécie de feijoada com feijão branco, né?  Então, esta receita é um prato com feijão branco, mas é a única coisa em comum com um Cassoulet, o resto é uma total releitura.

Tem mais de um ano que ensaio esta receita. Vivia adiando fazê-la por vários motivos, não tinha os ingredientes, nem oportunidade, preguiça, etc.

Enfim, no final de semana passado resolvi fazer e estou muito arrependida…..DE NÃO TER FEITO ANTES…

Ficou MUITO BOM. Modéstia à parte. Aliás vi uma frase outro dia que me dá “licença poética” para esta e qualquer outra receita que apareceu ou aparecerá por aqui. Modéstia é para os fracos. KKKK. Frase muito pretensiosa, mas verdadeira.

Sério agora, o molho leva creme de leite fresco, curry e temperos deliciosos, e juntamente com os frutos do mar e o feijão ficou uma proposta bem original e impressionantemente leve, fresca e aromática.

É um pouco elaborada pois temos que fazer o feijão, depois grelhar os frutos do mar e fazer o molho, mas é um trabalho que esquecemos quando provamos a comida.

Típica idéia para inovar e surpreender nosso paladar e nossos convives.

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Receita levemente adaptada da Revista Casa & Comida de junho/julho de 2012.

Serve 6 pessoas.

1 kg de frutos do mar (lula, polvo e vôngole)

500 g de camarão grande

500 g de feijão

2 cebolas grandes (1 inteira e 1 picada)

1 cabeça de alho cortada ao meio

2 dentes de alho picados

1 folha de louro

4 tomates picados ou 1 lata de molho de tomate caseiro

2 colheres de sopa de tomilho

4 colheres de sopa de salsinha bem picadinha

100 g de manteiga

400 ml de creme de leite fresco

150 ml de vinho branco

1 colher de sopa de curry amarelo

1 pimenta dedo-de-moça picada ou 1 colher de chá de tabasco

Sal e pimenta do reino a gosto

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1. Coloque o feijão de molho por no mínimo 4 horas. Gosto de deixar de molho a noite toda. Depois leve-o para uma panela de pressão com a cebola cortada em dois grandes pedaços, a folha de louro, e a cabeça de alho cortada na metade e um pouco de sal. Cozinhe-o até os grãos ficarem macios, mas cuidado para não deixá-los  muito moles pois serão mexidos com os frutos do mar e com o molho. Reserve.

2. Tempere os camarões e os frutos do mar com sal e pimenta-do-reino. Reserve

3. Leve a uma panela metade da manteiga e um fio de azeite e frite a cebola, doure o alho e  acrescente a pimenta dedo-de-moça. Inclua o tomilho e o curry e espere aquecer.  Ponha os tomates picados, ou o molho de tomate e aqueça.Inclua o vinho branco e espere evaporar o álcool, coloque o creme de leite e deixe por 5 minutos ou até reduzir ligeiramente o molho. Coloque o sal e a pimenta do reino. Reserve.

4. Grelhe os camarões e os frutos do mar em uma frigideira com o restante da manteiga e o azeite, em etapas, aos poucos. Isto evita que eles soltem muita água. Reserve.

5. Coloque em uma panela grande os feijões, os frutos do mar e o creme de curry. Por último inclua a salsinha e acerte o sal.

Sirva rapidamente com arroz de coco.

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Para 6 xícaras de arroz pronto inclua um pacote de 50 g de coco seco em flocos queimado. É só fritar ligeiramente em frigideira anti aderente em fogo médio até dourar.

Bj a todos.

Téia.

 

Como faz estrogonofe?

Mesmo sendo considerado por muitos uma comida batida, e até meio brega (já falei disso aqui), conheço pouca comida tão deliciosa, prática, versátil e que todos adoram, as crianças, os adultos, homens e mulheres. É um prato tão típico brasileiro, embora tenha origem russa, que até seu nome já foi “abrasileirado” (strogonoff já era).

Faço esta receita desde sempre, a primeira que usei veio do site da Nestlé, que adoro, mas já alterei tanto que já virou um mix. Como toda receita, é apenas uma referência, vá alterando ao seu gosto.

Eu, por exemplo, gosto dele mais vermelhinho e então acrescentei um tomate a mais e uma colher de catchup e molho inglês, Ah, e só uso filé mignon ou frango. E na falta dos champignons, não me aperto, uso milho. Querendo arrasar, use shiitake, fica muito mais fino.

Outras dicas para evitar que o molho talhe, muito comum nesta comida, use o creme de leite em caixinha, aliás, esta dica vale para qualquer prato salgado.  E não precisa deixar o estrogonofe fervendo muito tempo. Aqueceu bem, apareceu as primeiras bolhinhas desligue o fogo. Seu molho vai ficar bem cremoso.

Enfim, estrogonofe é sempre uma boa pedida.

Bom apetite!

  • 4 colheres (sopa) de manteiga
  • 1 kg de carne em tiras finas (filé mignon, contra-filé, alcatra)
  • 2 cebolas picadas
  • meia colher (sopa) de sal
  • 1 pitada de pimenta-do-reino
  • meia xícara (chá) de conhaque
  • 200 g de champignons em conserva fatiados
  • 4 tomates , sem pele e sem semente, picados
  • 2 colheres (sopa) de catchup
  • 1 colher (sopa) de mostarda
  • Molho inglês a gosto
  • 2 caixinhas de creme de leite
Modo de Preparo
Em uma frigideira grande, derreta três colheres (sopa) da manteiga, e doure a carne, aos poucos, em fogo alto, para não juntar suco. Reserve a carne, coloque na frigideira a manteiga restante e refogue a cebola. Junte a carne, tempere com o sal e a pimenta-do-reino. Despeje o conhaque, deixe aquecer e incline levemente a frigideira para que o conhaque incendeie. Deixe flambar até acabar a chama e junte os champignons. Acrescente os tomates, o catchup e a mostarda e misture bem. Abaixe o fogo, tampe a panela e deixe por cerca de 5 minutos. Incorpore delicadamente o Creme de Leite e retire do fogo antes de ferver. Sirva a seguir com arroz branco e batata palha.
Mais Dicas:
– Para que a carne fique macia e suculenta, ela deve ser preparada em fogo alto e aos poucos.
– Querendo, substitua a carne pela mesma quantidade de filé de frango em tiras finas ou camarões limpos.
– Flambar é a técnica de incendiar os alimentos com bebidas alcoólicas. Desse modo, o álcool evapora e obtemos apenas o aroma da bebida usada.
Bj a todos.
Téia.
 
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Publicado por em 23/07/2012 em banquetes, carnes, prato principal

 

Filé ao molho de gorgonzola e vinho tinto

 

Esta receita é puro glamour, os ingredientes são chiques e filé é sempre filé, não é mesmo????

Ah, mas isto não importa, o que importa é que ela é pá pum para fazer. Trabalho mínimo, tempo recorde, e voilá, um prato para agradar a todos, e especialmente aos homens que gostam de carne e sabores fortes.

Achei a mistura bem interessante, fui pegando os ingredientes da geladeira e dos armários e deu no que deu…

Receita: (2 pessoas gulosas)

4 medalhões de filé mignon

2 xícaras de creme de leite fresco

1/2 xícara de vinho tinto de ótima qualidade

Um bom pedaço de queijo gorgonzola (aproximadamente 100g)

Um tiquinho de leite para dar uma diluída no molho que ficou grossinho

1 coher de sopa de manteiga+1 fio de azeite

Sal e pimenta do reino à gosto

Um punhado de avelãs torradas e sem casca para jogar por cima.

Tempere os filés com o sal e a pimenta. Derreta a manteiga e o azeite e frite os filés. Reserve.

Na mesma figideira, utilizando o restinho da fritura, acrescente o vinho, abaixe o fogo e deixe evaporar o álcool, o creme de leite, o gorgonzola amassado com um garfo e deixe derreter. Caso necessário acerte a consistência do molho com um pouco de leite. (Queijos fazem os molhos engrossarem demais). Acerte o sal e a pimenta. Jogue o molho por cima dos filés e acresente as avelãs.

Para acompanhar esta delícia tomamos Malbec maravilhoso (alías o mesmo que usei na receita), olha ele aí.

Bj a todos.

Téia.

 

O nhoque infalível do Claude

Amigos lindos!

Finalmente ressurjo das cinzas, das viagens, e da correria de mudar de área no trabalho.

Infelizmente, a vida tem suas prioridades, e o meu amado blog ficou um bucado parado, aliás, a cozinha também, maaassss, voltei com esta receita marravilhosa, super acertiva, para um prato que nem sempre dá certo. Quando a assisti no programa Que marravilha!!! me encantei pela enorme quantidade de dicas para evitar que o nhoque ficasse mole ou sem gosto.

O toque dos queijos e da noz-moscada faz toda a diferença e as dicas de assar a batata no forno e do choque com a água gelada são fantásticas. Já fiz duas vezes e deu super certo. Vamos tentar?

Ah, estivemos mais uma vez na Europa, antes Paris, agora Bélgica e Holanda. E desta vez, com um diferencial, tudo de graça, eu disse tudo, passagens, hospedagens, alimentação e passeios, e para melhorar, tudo de primeiríssima qualidade. Por nossa conta, só o bom humor e muita alegria, ó que difícil! Maridón ganhou o pacote para nós dois. Ô homem sortudo…e eu, peguei carona na sorte dele. Beleza!!!

Bem, vamos a receita, (que peguei no site do gnt)  para quem tem medo de errar massas caseiras, como eu. Só fiz a massa, pois optei por um molho vermelho, que já fiz aqui, pois gostamos mais aqui em casa, mas em breve vou testar o molho de gorgonzola que tem lá:

Para 4 pessoas

600g batata
120g farinha de trigo (usei mais uma colher cheia)
3 gemas
80g queijo parmesão ralado
60g queijo mussarela ralado
180g ervilhas frescas cozidas (não usei)
sal a gosto
pimenta do reino moída na hora a gosto
noz moscada a gosto

 

Enrole em papel alumínio as batatas lavadas e asse no forno pré-aquecido a 180°C (eu coloquei em 200), até que elas fiquem macias (aproximadamente 40 minutos, eu levei quase 1 hora).  Depois, descasque as batatas ainda quentes, faça um purê e misture com todos os outros ingredientes, menos as ervilhas (não usei). Enrole e corte o nhoque do tamanho que quiser (eu marquei com um garfo para ajudar a penetrar o molho). Jogue o nhoque em água fervendo salgada (cuidado, eu coloco na escumadeira e jogo na água para não espirrar). Quando subir (aproximadamente 5 minutos), retire e coloque em água com gelo. Seque imediatamente com um pano e frite o nhoque no azeite (eu não fritei, já coloquei direto no refratário, pois ia levar ao forno de volta. O Claude fritou para aquecer o nhoque e jogou o molho por cima).

Prometo que aparecerei mais por aqui.

Bj a todos.

 
 

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Salada quente de brócolis, peito de peru, provolone e pão.

 

Semana passada fizemos uma reunião aqui em casa e resolvi colocar algumas fotos dos pratos, petiscos, das mesas e esta receita divina de salada.

Sempre recebemos pessoas queridas aqui em casa, e quase não publico por aqui, não sei bem o porquê, mas creio que seja porque a maioria das receitas já postei  no blog.

De toda forma, é sempre bom compartilhar um pouco das nossas vidas, para os queridos que nos visitam, então, sempre que tiver alguma coisa para compartilhar, mesmo que não seja uma nova receita, colocarei neste cantinho.

Eu sempre perco um tempo pensando com carinho no que fazer para agradar a todos os gostos e desejos. O que aprendi com os diversos almoços, reuniões e jantares aqui de casa é que isto só se torna possível se fizermos mais de um prato ( E olhe lá!). Não sei como são seus amigos e convives, mas aqui em casa é um tal de não como/tenho alergia a camarão, carne vermelha, azeitona, pimenta, leite, comidas agri-doces, salgados misturado com frutas, e por aí vai. Ocorre que dr. maridão não suporta a idéia de mais de um prato, ele diz que fica confuso no qual escolher e que é um exagero, e tal, mas fico constragida quando alguém não tem opção para comer. Adivinha se não tinha um amigo alérgico a camarão? Tinha, mas acabou experimentando e ficou coçando os olhos. Ah, santa gulodice Batman! kkk…

Nesta reunião, ainda não tinham sido postados: a salada, os petiscos, que não tem receita, e o filé com 3 queijos (fiz pouquinho), que não coloquei foto. Fica para um próximo post. O restante que fiz foi: Loló de Camarão, Mousse de Nutella, Cheesecake, Brigadeiro de Capim Santo (sucesso, como sempre). Caso queiram a receita, é só colocar aí ao lado direito na busca. Fiquem à vontade.

Bom, o que posso dizer da salada? É deliciosa, claro, mas parece mais uma torta, e que acaba sendo, de qualquer forma, e independente do nome, um excelente acompanhamento. Tenho um pouco de dificuldade de saber qual acompanhamento servir e esta danada é um verdadeiro “coringa”, combina com tudo. Já me salvou diversas vezes.

Quem sabe não salva vocês um dia destes? Blogueiro também salva. SALVE!

So, enjoy and good luck! Always!

Segue a receita da salada e as fotos:

1 pão de forma sem casca cortado em quadradinhos

100 g de mussarela picada em cubinhos

100 g de provolone picado em cubinhos

150 g de peito de peru defumado ou peito de frango (usei o peito de peru) picados

5 tomates sem pele e semente em cubinhos

5 colheres de maionese

1 lata de creme de leite

1 maço de brócolis (usei 1 e 1/2) ou alface americana (também fica bom)

1/2 xícara de azeitonas

Orégano e sal à gosto

Junte tudo em um refratário e mexa até ficar homogêneo. Leve ao forno pré-aquecido em 200ºC por 15 minutos.

Sirva quente.

Na frente: gorgonzola com uva thompson e damasco com brie (Rainhas do Lar, liindas…)

Atrás: pão preto e sírio, antepasto de beringela (receita da mamy), patê de ervas e azeite temperado com mix de pimentas e sal

A mesa colocada no balcão da churrasqueira para 3 três pessoas, com meus suplax preferidos em alumínio e guardanados coloridos (sempre os uso, tenho gastura dos de pano, me parecem sujos, mas espero um dia mudar, são mais finos, sem dúvida)

A mesa principal com os girassóis e os suplás de palhinha

Gostaram???

Bj a todos.

 

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Arroz de Carreteiro Colorido

O final de semana foi produtivo aqui em casa, a cozinha esteve a todo vapor, finalmente consegui fazer mais de um prato, e estranhamente, nenhum dele era doce.

Para melhorar, embora não tenha nada a ver, consegui correr e caminhar com os cachorros. Como a correria tem sido grande nem os meus maiores hobbyes estavam sendo feitos.

Faz bastante tempo que quero testar esta receita, comum nos estados sulistas, o que significa que tem lugar cativo aqui em Brasília. Não sei se vocês sabem, mas aqui a coisa mais comum aos sábados e domingos é reunir a família e amigos para fazer um churrasco. Ás vezes tenho a sensação que fazermos mais churrasco do que os gaúchos. E aí, o que sobra vira arroz carreteiro. Eu não usei sobras, usei um belo pedaço de charque traseiro. Achamos que ficou boa para a  primeira vez, mas, claro, vou fazer pequenas alterações da próxima vez, que já estão registradas na receita abaixo.

Comece assim, deixe  500 g. de charque, cortada em pedaços grandes, de molho de um dia para o outro, trocando a água umas três vezes. Coloque-a numa panela de pressão com 4 xícaras de água, 1 folha de louro e 1 cenoura descascada e cortada em rodelas grandes, por 25 minutos, depois de apitar. Retire a carne e reserve a água e a cenoura. Despreze o louro.

Pique em pedaços pequenos: 1 cebola grande, 2 tomate sem semente e pele, 4 pimentas de cheiro, 6 colheres de sopa de cebolinha, 3 dentes de alho e 100 g de bacon.

Leve a uma panela, de fundo grosso preferencialmente, 2 colheres de sopa de azeite e 1 de manteiga, quando estiver quente, frite o bacon até dourar, acrescente a cebola, o alho e os tomates e deixe por 5 minutos fritando. Inclua a carne e frite mais um pouco, (neste momento na próxima vez acrescentarei 1 ou 2 linguiças calabresa cortadas em rodelas, e depois na metade, e fritaria junto com a carne), coloque 2 xícaras de arroz parborizado se quiser um carreteiro mais sequinho, e se quiser mais molhadinho, faça com o cateto ou agulhinha que tem mais amido. Refogue. Acrescente o caldo reservado que deve estar super quente e mais um pouco de água quente até perfazer 5 xícaras.

Deixe cozinhar em fogo baixo com a tampa semi-aberta até o grão ficar macio, mas ainda tenha um pouquinho de água. Desligue o fogo e acrescente a cebolinha e a pimenta de cheiro e 1 colher de sopa de azeite para dar um “brilhinho”, e, se você achar por bem, dê uma desfiada na carne que estará desmanchando e uma mexidinha no arroz.

Porque colorido? Porque os tomates, a cebolinha e a pimenta dão uma corzinha simpática. Além disto, servi com uma bela colher de sopa de geléia de pimenta por cima para dar um “up” e contrastrar.

Bem gostoso. Matei a vontade e tô aqui levinha (não o peso, o espirito). Ah, como para nós cozinheiros de plantão, ir para a cozinha é terapêutico!  Adoro!

E já que falei deles por aqui, e para que vocês não se esqueçam, seguem umas fotos que tiramos dos cachorrinhos da casa, depois e durante o passeio. Olhem que lindinhos…

Super Mike Franjinha

Fôfa Bebel!

 

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