RSS

Arquivo da categoria: bebel

Arroz de Carreteiro Colorido

O final de semana foi produtivo aqui em casa, a cozinha esteve a todo vapor, finalmente consegui fazer mais de um prato, e estranhamente, nenhum dele era doce.

Para melhorar, embora não tenha nada a ver, consegui correr e caminhar com os cachorros. Como a correria tem sido grande nem os meus maiores hobbyes estavam sendo feitos.

Faz bastante tempo que quero testar esta receita, comum nos estados sulistas, o que significa que tem lugar cativo aqui em Brasília. Não sei se vocês sabem, mas aqui a coisa mais comum aos sábados e domingos é reunir a família e amigos para fazer um churrasco. Ás vezes tenho a sensação que fazermos mais churrasco do que os gaúchos. E aí, o que sobra vira arroz carreteiro. Eu não usei sobras, usei um belo pedaço de charque traseiro. Achamos que ficou boa para a  primeira vez, mas, claro, vou fazer pequenas alterações da próxima vez, que já estão registradas na receita abaixo.

Comece assim, deixe  500 g. de charque, cortada em pedaços grandes, de molho de um dia para o outro, trocando a água umas três vezes. Coloque-a numa panela de pressão com 4 xícaras de água, 1 folha de louro e 1 cenoura descascada e cortada em rodelas grandes, por 25 minutos, depois de apitar. Retire a carne e reserve a água e a cenoura. Despreze o louro.

Pique em pedaços pequenos: 1 cebola grande, 2 tomate sem semente e pele, 4 pimentas de cheiro, 6 colheres de sopa de cebolinha, 3 dentes de alho e 100 g de bacon.

Leve a uma panela, de fundo grosso preferencialmente, 2 colheres de sopa de azeite e 1 de manteiga, quando estiver quente, frite o bacon até dourar, acrescente a cebola, o alho e os tomates e deixe por 5 minutos fritando. Inclua a carne e frite mais um pouco, (neste momento na próxima vez acrescentarei 1 ou 2 linguiças calabresa cortadas em rodelas, e depois na metade, e fritaria junto com a carne), coloque 2 xícaras de arroz parborizado se quiser um carreteiro mais sequinho, e se quiser mais molhadinho, faça com o cateto ou agulhinha que tem mais amido. Refogue. Acrescente o caldo reservado que deve estar super quente e mais um pouco de água quente até perfazer 5 xícaras.

Deixe cozinhar em fogo baixo com a tampa semi-aberta até o grão ficar macio, mas ainda tenha um pouquinho de água. Desligue o fogo e acrescente a cebolinha e a pimenta de cheiro e 1 colher de sopa de azeite para dar um “brilhinho”, e, se você achar por bem, dê uma desfiada na carne que estará desmanchando e uma mexidinha no arroz.

Porque colorido? Porque os tomates, a cebolinha e a pimenta dão uma corzinha simpática. Além disto, servi com uma bela colher de sopa de geléia de pimenta por cima para dar um “up” e contrastrar.

Bem gostoso. Matei a vontade e tô aqui levinha (não o peso, o espirito). Ah, como para nós cozinheiros de plantão, ir para a cozinha é terapêutico!  Adoro!

E já que falei deles por aqui, e para que vocês não se esqueçam, seguem umas fotos que tiramos dos cachorrinhos da casa, depois e durante o passeio. Olhem que lindinhos…

Super Mike Franjinha

Fôfa Bebel!

 

Tags:

Bebel – A Melhor Cachorra do Mundo

 

 

O Título é uma brincadeira com o livro e o filme Marley e Eu – A vida e o amor ao lado do Pior Cão do Mundo. Respeitado o devido exagero, afinal, nem cachorro perfeito existe, esta linda cadelinha da raça pastor branco suíço, faz hoje um ano que está conosco, nós a adotamos já com 7 meses porque nossa cadela de mesma raça havia morrido, com a mesma idade, e não dava para ter outro cão-bebê destruindo nossa casa nova, de novo. (Não adiantou muito!)
 
 
 
 
Ela veio do Acre, é filha do campeão mundial Fox Mulder, olha que chic, e foi muita sorte, porque só a conhecemos por foto. Ela é uma cachorra meiga, agarradíssima conosco, carente, e cheia de manias…
 
Tem mania de brincar de bolinha, aqui é igual ao Marley, se vocês leram ou viram o livro/filme, sabem que ele enlouquece com uma redondinha, pronto, é igualzinha, você joga e tem que repetir 20 vezes, aí, quando ela cansa, volta para dentro de casa e decreta o fim da brincadeira. 5 minutos depois ela volta e fica dando “fucinhada” e choramingando para recomeçarmos. Só tem um jeito, esconder a bolinha….
 
 
Outra peculariedade dela: eu e Miltão temos que ficar juntos, no mesmo espaço da casa, senão ela fica no meio do caminho ou então, fica um pouco com um e um pouco com outro. Política? Imagina!!!
 
Só gosta de passear se for comigo e o Miltão juntos, senão, vai se arrastando, olhando o tempo todo para trás…É uma comédia…
 
Ah, e como a “mãe” dela, ADORA ficar ao lado do fogão…Olha que foto fôfa…
 
 
É grudada conosco, parece uma sombra branca, pede carinho o tempo inteiro, senta na poltrona, no cantinho, no tapete que estiver mais perto de nós. Uma delícia!!!
 
Por estes motivos, até hoje não descobrimos quem ela tem como dono (cachorro geralmente escolhe apenas um dono), já tivemos várias conversas a esse respeito e não chegamos a nenhum consenso, ela demonstra gostar de nós e nos atende do mesmo jeito.
 
Adora castanhas, pinha, laranja, manga, amendoim, avelã, banana, côco seco e biscoitos caninos, mas não inventem legumes, nem pensar. Já comeu escondido/roubado pizza, bolo, queijos, frios, chocolate, MEU PÉ DE CAPIM-SANTO. A gente tem que ficar espertos…
 
Late pouquíssimo, só depois de uns 9 meses por aqui ouvimos o primeiro latido. É uma lady!!!! Olha aqui ela vigiando a casa…
 
 
 
Outra coisa, não pode ver a gente tomar banho, mesmo que seja à meia noite, fica pensando que vamos sair, (na maioria das vezes está certa), aí, começa a reclamação, sim cachorro também reclama, ela faz “hunf”, deita e faz cara de “gato de botas”, sabem aquele olhar pedindo carinho e atenção?
 
Solta pêlo na casa toda, adora fazer o que não deve no meu tapete chiquérrimo da sala, suja a casa com as patas cheias de terra, sobe na nossa cama escondido, já rasgou sofá, destruiu toda a nossa iluminação externa, mordeu meu celular novo, os controles do Wii, e mesmo assim é adorada/amada por todos, a real definição dela é: um doce!!!
 
 
Depois das duas pastoras, descobri que adoro cachorros, alías é uma nova paixão. Tenho vontade de ter um monte, mas é trabalhoso e caro, então, no máximo mais um para fazer companhia para ela. Minha mãe fica indignada com o tanto que eu mudei, porque eu tive um poodle quando era criança (12 aos) e não tinha a menor paciência com ele, tadinho, naquela época (cof, cof) era muito preguiçosa e ele era muito agitado e eu não dava a menor atenção, se fosse hoje, ia ser bem diferente…
 
Bebel é tratada melhor e com mais amor do que muita criança, tenho, alías, temos, por ela uma verdadeira afeição, de quem só tem e gosta de bichos entende. Fico louca para chegar em casa e dar um abraço e beijo nela, e dou. Ela retribui com muita alegria, pulos e chorinhos, meu coração se enche de felicidade…
 
 
Aqui vale a máxima, como quem não tem cão, caça com gato, quem não tem filho, caça com cão. UI!!
 
Olha se não é uma verdadeira fofura! Quem resiste a esse grude???
 

 
 
34 Comentários

Publicado por em 20/06/2009 em amor, bebel, fora da cozinha